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06/08/2021No momento de uma situação impactante vivida inesperadamente por nós, caracterizada como trauma emocional, o corpo inevitavelmente se assusta naquele instante, acontece algumas alterações físico-químicas decorrentes da situação ocorrida inesperadamente.
Isso se dá em decorrência da busca inconsciente do nosso corpo e mente de resolver o problema quanto antes, logo, programas de sobrevivência são acionados no nosso cérebro inconsciente, fazendo com que nosso corpo reaja rapidamente diante das situações, entrando assim em estado de alerta.
Nosso sistema nervoso simpático é rapidamente acionado, assim como substâncias como a adrenalina são liberadas.
Após esta situação de hiper estresse o corpo tende a buscar um mecanismo de sobrevivência para voltar à funcionalidade normal, contudo, infelizmente muitas vezes não consegue voltar ao mesmo funcionamento que antes. Logo novos programas de sobrevivência são acionados para que nossa vida seja mantida.
Em decorrência do episódio vivido pode ficar registros como espécie de fotografia feita pela mente inconsciente que age em conjunto com o primeiro cérebro desenvolvido em nós na nossa formação cerebral (zero a 3 anos), chamado cérebro reptiliano ou arquicórtex.
Esse cérebro se caracteriza por ser arcaico e antigo, faz associações de registros que se relacionam aos 5 sentidos e guardando assim imagens associadas à visão, audição, olfato, paladar e tato.
Em decorrências desses registros de imagens, fica gravado como espécie de fotografia num banco de dados os cheiros, imagens visuais, imagens sonoras e sensações térmicas.
Como exemplo citado podemos imaginar numa determinada época do ano uma pessoa que desenvolveu um processo alérgico em uma determinada época ou estação do ano.
Este caso nada mais é do que uma lembrança do cérebro antigo (reptiliano ou arquicórtex) que em conjunto agiu com a mente inconsciente e acessou uma “fotografia no banco de dados” que havia ficado guardado daquela época do ano.
Assim feita esta associação, desenvolve-se então um programa de sobrevivência desse cérebro arcaico que se alarma e relembra aquela estação do ano ou época em que foi vivido o trauma. Desenvolve-se então um programa de defesa onde essa ação em conjunto se lembra do passado e faz as associações para se precaver e evitar que aconteça o episódio emocional traumático novamente.
Através de estudos científicos voltados para nova medicina germânica ou medicina germânica ou nova medicina alemã, inventada pelo médico oncologista chamado Dr. Hamer e pela microkinesitherapie, inventada por 2 fisioterapeutas franceses: Dr. Patrice Benini e Dr. Daniel Grosjean) sabemos que informações do organismo não são facilmente extintas, se preciso for podem ser transformadas, ressignificadas, reprogramadas através de tais técnicas de tratamento citadas, nelas existem ferramentas que dão um novo sentido no que aconteceu no passado.
Nosso corpo até então não esquece, tudo é armazenado através de memórias celulares, que me referi ao “banco de dados”, que se conecta ao passado sempre que vivenciamos situações semelhantes aos registros já existentes. Acessando então as memórias do cérebro antigo e primitivo, caracterizado como não inteligente, visto que foi desenvolvido em nós antes da fala, do aprendizado e da inteligência, irá reagir para nos defender, se posicionando então na sua forma primitiva e arcaica de origem.
No momento em que tomamos consciência das situações, através de uma mudança na percepção do ocorrido no passado, a química do nosso corpo se reescreve, tais técnicas têm o poder desta tomada de consciência destes registos do passado, onde o resultado funciona como uma memória de um HD, apaga se as cicatrizes, os registros dolorosos do passado, restabelece um novo sentido atual diante de uma nova percepção.

